Da Redação A ferramenta transforma não apenas a experiência do consumidor como a eficiência operacional dos portais, como um teste de maturidade digital.
Por isso, ele acredita que a edição de 2025 será um divisor de águas, porque as empresas líderes do mercado digital já estão trabalhando amparadas em três pilares fundamentais:
– Hiperpersonalização, com o uso de IA para criar experiências únicas e orientadas ao perfil do cliente;
– Rentabilidade, garantindo margens garantidas mesmo durante o pico de demanda;
– Eficiência omnicanal, integrando loja física e digital para oferecer uma jornada fluida e previsível.
"Não dá mais para oferecer tudo para todos. A IA permite entender o comportamento do cliente, ajustar preços em tempo real conforme a demanda, prevendo estoque e entregas exatamente como foi prometido na hora da compra. Isso muda o jogo", explica Faria.
A inteligência artificial já atua em várias camadas do e-commerce: da recomendação de produtos à precificação dinâmica. Com algoritmos capazes de cruzar dados de estoque, histórico de compras e capacidade logística, os sistemas oferecem ofertas sob medida, apresentando o frete real e prazos exatos e até ajustando o preço segundo a demanda em tempo real, numa lógica semelhante às companhias aéreas.
“A IA analisa o comportamento do consumidor e o contexto da operação em segundos. Se um produto tem alta procura, ela pode ajustar a margem automaticamente. Se está parado no estoque, reduz o preço. É inteligência aplicada à rentabilidade”, explica Faria.
Empresas como a Quality Digital e a Sinatra, que atuam com copilotos de IA para detecção de anomalias, trazem conduzindo essa automação para outro nível: identificando falhas em campanhas, erros de precificação e até fraudes internas antes que afetem as vendas.
A startup Sinatra afirma ter evitado mais de US$ 11 milhões em perdas e erros corrigidos de preços nos estoques de grandes varejistas.