Da Redação
O presidente da Argentina, Javier Milei, chamou o presidente
Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira de "o perfeito dinossauro
idiota" em uma publicação no X com uma série de críticas ao mandatário
brasileiro, abrangendo temas como a tentativa de golpe de Estado na Bolívia na
semana passada e a eleição presidencial em seu país no ano passado.
"Sé tivéssemos feito as coisas como esse grande
dinossauro idiota dizia, já teria perdido", escreveu Milei no X.
Em uma nova escalada da tensão entre os dois presidentes,
Milei voltou a classificar a denúncia de golpe de Estado na Bolívia em 26 de
junho como "fraude", dizendo que Lula não aceita seu erro ao ter
condenado a ação militar e deixa sua "estupidez à vista".
Ele também acusou o presidente brasileiro de interferência na
eleição presidencial argentina do ano passado, quando o libertário superou o
candidato governista, Sergio Massa, no segundo turno. Massa e o antecessor de
Milei, Alberto Fernández, eram próximos a Lula.
"Depois das agressões de Lula (em especial sua forte
interferência na campanha eleitoral e apoio sólido a campanha mais suja da
história), (ele) se queixa por que lhe respondo com a verdade", afirmou
Milei.
O líder argentino também voltou a desqualificar Lula por sua
prisão e chamou o chefe do Executivo brasileiro de "comunista".
O Palácio do Planalto afirmou que não comentará as
declarações de Milei, enquanto o Ministério das Relações Exteriores não
respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
As trocas de farpas entre Milei e Lula têm sido frequentes
desde a campanha presidencial do argentino no ano passado, quando o então
candidato disse que o presidente brasileiro era "corrupto" e um
"comunista raivoso".
Após vencer a eleição, Milei chegou a enviar uma carta ao
governo brasileiro, em busca de amenizar as tensões entre os mandatários, e
convidou Lula para sua cerimônia de posse, mas o presidente brasileiro não
compareceu.
Em uma nova escalada da tensão entre os dois presidentes,
Milei voltou a classificar a denúncia de golpe de Estado na Bolívia em 26 de
junho como "fraude", dizendo que Lula não aceita seu erro ao ter condenado
a ação militar e deixa sua "estupidez à vista".
Ele também acusou o presidente brasileiro de interferência na
eleição presidencial argentina do ano passado, quando o libertário superou o
candidato governista, Sergio Massa, no segundo turno. Massa e o antecessor de
Milei, Alberto Fernández, eram próximos a Lula.
"Depois das agressões de Lula (em especial sua forte
interferência na campanha eleitoral e apoio sólido a campanha mais suja da
história), (ele) se queixa por que lhe respondo com a verdade", afirmou
Milei.
O líder argentino também voltou a desqualificar Lula por sua
prisão e chamou o chefe do Executivo brasileiro de "comunista".
O Palácio do Planalto afirmou que não comentará as
declarações de Milei, enquanto o Ministério das Relações Exteriores não
respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
As trocas de farpas entre Milei e Lula têm sido frequentes
desde a campanha presidencial do argentino no ano passado, quando o então
candidato disse que o presidente brasileiro era "corrupto" e um
"comunista raivoso".
Após vencer a eleição, Milei chegou a enviar uma carta ao
governo brasileiro, em busca de amenizar as tensões entre os mandatários, e
convidou Lula para sua cerimônia de posse, mas o presidente brasileiro não
compareceu.