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Da Redação

operação que investigou irregularidades em um contrato de R$ 27,8 milhões da Agência Goiana de Infraestrutura e Transporte (Goinfra) para reformas de prédios públicos em Goiás prendeu oito pessoas nesta terça-feira (28). Estão entre os presos quatro ex-agentes e o ex-presidente da Goinfra, Lucas Vissotto, além de três empresários, segundo informações do delegado Danilo de Souza.

De acordo com a Polícia Civil, estima-se que os pagamentos indevidos tenham causado um prejuízo de R$ 10,4 milhões aos cofres públicos. Em nota, o Governo de Goiás reforçou que as suspeitas de irregularidades foram levantadas pelo próprio Governo de Goiás, conforme divulgado pela Polícia Civil. A atual gestão afirmou que não "passa pano" para ninguém e não há possibilidade de segunda chance.

operação cumpriu mandados em GoiâniaAnápolis e no Distrito Federal. Conforme a Polícia Civil, o contrato previa serviços de reforma e manutenção em 26 prédios públicos, como postos da Polícia Rodoviária Militar Estadual e instalações no Palácio Pedro Ludovico Teixeira.

Durante a execução, o acordo foi modificado para obras de construção predial, conforme a Polícia Civil. A investigação aponta também que houve pagamentos antecipados indevidos, superfaturamento e demolições injustificadas para justificar notas fiscais fraudulentas.

Entre os investigados estão ex-membros da diretoria da Goinfra, gestores e fiscais do contrato, além de empresários


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