Da Redação
O prefeito da cidade, JHC, disse
no começo dessa manhã que o afundamento chegou a cinco centímetros por
hora. "Isso varia de acordo com o decorrer das horas do dia. Já passa
de um metro. Naquela região, o fenômeno é relevante. A boa notícia é que
conseguimos evacuar toda essa área", afirmou JHC em entrevista à CNN
Brasil.
Os problemas em Maceió começaram
em 3 de março de 2018, quando um tremor de terra causou rachaduras em ruas e
casas e o afundamento do solo em cinco bairros: Pinheiro, Mutange,
Bebedouro, Bom Parto e em uma parte do Farol. Mais de 55 mil pessoas foram
forçadas a deixar suas casas naquele ano. A petroquímica realizava a extração
do minério na capital alagoana em 35 minas.
Essas minas são como cavernas que
ficam sob uma lagoa. O topo dessas cavernas pode colapsar a qualquer
momento. Os possíveis impactos ambientais são imprevisíveis.
A mina em risco tem 85
metros de largura e está a 1,1 mil metros de profundidade, segundo estudo do
Serviço Geológico do Brasil. A catástrofe pode ser ainda maior, visto que
outras duas minas, a de número 7 e a 19, estão bem próximas da 18.